Warlock é um jogo de ação/aventura de mundo aberto para um jogador, ambientado no universo de D&D e com lançamento previsto para 2027


Durante uma apresentação remota para a imprensa antes da TGA 2025, a editora Wizards of the Coast e a desenvolvedora Invoke Studios (anteriormente conhecida como Tuque Games, o estúdio por trás de Dungeons & Dragons: Dark Alliance ) revelaram Warlock, um jogo de ação/aventura em terceira pessoa para um jogador com lançamento previsto para 2027. Este é o jogo, desenvolvido com a Unreal Engine 5, que já havia sido anunciado para outubro de 2022. A Invoke emprega atualmente entre 180 e 200 desenvolvedores em Montreal. Vários deles têm experiência com jogos de ação-aventura e simulações imersivas, motivo pelo qual escolheram essa direção para este jogo.

Em uma mudança em relação aos jogos tradicionais baseados em D&D, os desenvolvedores se concentraram especificamente em uma das muitas classes disponíveis no RPG de mesa: o Bruxo. Por ser uma classe mágica, eles confirmaram que a magia será usada não apenas em combate, mas também para se locomover pelo mundo do jogo. Muitas vezes, haverá usos diretos para as magias, mas os criadores também adiantaram que haverá muita criatividade na aplicação delas. Eles acrescentaram ainda que haverá bastante liberdade para os jogadores explorarem o mundo.

Você não só joga especificamente com a Bruxa, como a protagonista também é predefinida em vez de criada pelo jogador. Ela se chama Kaatri e fez um pacto com um ser perigoso para obter seus poderes. Antes de se tornar uma Bruxa, ela era uma mestra de armas, escolha que fez por motivos pessoais que os jogadores descobrirão ao longo do jogo. Sua carreira anterior como mestra de armas a torna adepta do manuseio de diversas armas brancas, muito mais do que uma Bruxa comum. A Invoke afirma que um dos principais objetivos é combinar magia e combate corpo a corpo de forma fluida. Kaatri é interpretada pela renomada atriz Tricia Helfer, que já participou de séries de TV populares como Battlestar Galactica e Lucifer.

Obviamente, o jogo não busca replicar a experiência de RPG de mesa, o que significa que não há rolagem de dados e coisas do tipo. Isso se deve, em parte, à necessidade de garantir que aqueles que não estão familiarizados com D&D possam começar a jogar e aproveitar o jogo desde o início, sem precisar saber muito, ou quase nada, sobre as regras. Dito isso, a vasta mitologia disponível em D&D certamente influenciou a história e o cenário do jogo, e os desenvolvedores presentes na apresentação insinuaram que haverá personagens conhecidos para reencontrar.

Quando perguntei sobre o modo cooperativo, Jeff Hattem, vice-presidente criativo da Invoke, respondeu que a equipe optou por um modo para um jogador apenas porque queriam criar uma história focada, com ritmo e consequências significativas. Também não haverá opções de diálogo nem ramificações na trama. O gameplay será lançado no próximo verão (do hemisfério norte). Até lá, aguardem.

Fonte: wccftech

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