Resident Evil Requiem está vendendo quase o mesmo número de cópias físicas e digitais globalmente, com uma divisão de quase 50%, segundo analistas – exceto nos EUA


Agora que Resident Evil Requiem já está disponível há quase meio ano, podemos analisar o desempenho do mais recente jogo de terror e sobrevivência da Capcom no mercado – e se as pessoas optaram pela versão física ou digital.

O tema das cópias físicas de jogos e a decisão das empresas de priorizar as versões digitais tem estado em evidência recentemente, após a decisão da Sony de encerrar a produção de discos para novos títulos nos consoles PlayStation em 2028.

Pode-se dizer que é um assunto bastante polêmico, com especialistas em preservação de jogos prevendo que isso levará a um aumento da pirataria e profissionais da indústria se manifestando contra a transição para jogos exclusivamente digitais.

Mas como estão se saindo as cópias físicas no mercado? Bem, quando se trata de jogos novos como Resident Evil Requiem, parece que estão indo muito bem... exceto nos Estados Unidos, aparentemente.

De acordo com Christopher Dring, cofundador do The Game Business (com base em estatísticas da Ampere Analysis), a diferença entre cópias físicas e digitais é muito maior nos EUA do que em outros lugares — e eu digo muito mesmo.

Conforme o resumo das estatísticas feito por Dring , o mercado americano registrou 22% das vendas de Resident Evil Requiem em mídia física, enquanto impressionantes 78% foram digitais.

No exterior, a situação é bem mais equilibrada. No Reino Unido, 60% das vendas foram digitais e 40% físicas. Já na Austrália, 43% das cópias vendidas foram físicas, enquanto 57% foram digitais. De qualquer forma, o cenário é bem mais equilibrado quando comparado aos EUA – mas há mais.

As vendas de Resident Evil Requiem na França foram de 55% físicas e 45% digitais. Os números mais equilibrados, no entanto, vêm do Japão, onde 51% foram físicas e 49% digitais – uma divisão quase igual, de aproximadamente 50/50.

São estatísticas intrigantes, sem dúvida, especialmente considerando o grande debate sobre o mercado físico versus o digital. Será que números como esses influenciarão as decisões das empresas daqui para frente? Talvez não, mas ainda assim são informações valiosas.

Fonte: gamesradar

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